A influência dos minerais no nome dos municipios mineiros.
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A influência da geografia no nome das cidades.
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A religiosidade do povo mineiro e a influencia na toponimia de varias cidades.
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A ultima reportagem mostra cidades com nomes de origem bastante curiosa.
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Materia veiculada no Jornal Globo Minas.
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A descoberta de Diamantes, em 1730, atraiu uma multidão de sonhadores à Diamantina. O dinheiro serviu para enriquecer a coroa portuguesa. Porém, o preço do diamante despencou no mercado internacional
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O Museu do Garimpo conta a história da cidade de Diamantina. Os móveis e utensílios expostos remetem a um tempo especial na história de Minas Gerais.
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Com o ciclo da mineração em declínio, os aventureiros deixaram a região. Vila Rica passou a ter dias mais tranqüilos e quem ficou pode viver com mais conforto na cidade.
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Grandes artistas, como o arquiteto mestiço Aleijadinho, deram a sua contribuição com construções grandiosas, que transformaram o conjunto arquitetônico de Ouro Preto em um verdadeiro patrimônio.
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Duas histórias explicam o nome da gruta do Rei do Mato, localizada na região central de Sete Lagoas. A caverna é vertical e as galerias da gruta ficam praticamnete uma em cima da outra.
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A força das cachoeiras deu o impulso para o povoamento da região, a partir de uma vila de operárias que trabalhavam em uma grande fábrica têxtil. Apesar da fábrica ter fechado, Biribiri ainda vive.
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O queijo de Minas agora é patrimônio histórico e cultural. Para ganhar o título, o modo de fazer o queijo, antigo e artesanal, foi decisivo. Na Serra da Canastra, a tradição é preservada.
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O modo de produção do queijo de Minas, antigo e artesanal, é considerado patrimônio cultural do Brasil. Na Serra da Canastra, onde a tradição está preservada, pode-se encontrar essa deliciosa iguaria.
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Local onde fica o Pico da Bandeira, o terceiro maior do Brasil, com 2.891 metros de altitude, tem belezas naturais em uma importante reserva de mata atlântica. Obrigatório para quem gosta de aventura.
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A cidade tem 150 anos. A igreja é rodeada de casarões antigos. Formiga se tornou um centro importante de comércio no século XVIII. A ferrovia que corta o município guarda histórias da época colonial.
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Toda grande fazenda, longe das vilas coloniais, tinha uma capela. Era mais uma das várias demonstrações de fé em uma época onde a Igreja tinha muito poder no território das minas.
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A tradição religiosa herdada dos portugueses e a difícil vida nas minas tornaram os oratórios bem comuns nos séculos XVIII e XIX. Muitas peças estão preservadas na igreja de Nossa Senhora do Carmo.
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Em algumas partes do Parque Estadual do Rio Preto, podem ser vistas pinturas rupestres, que indicam a existência de diferentes povos em épocas antigas. O local é um tesouro a céu aberto.
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Em São Gonçalo do Rio Preto, na região central de Minas Gerais, os habitantes curtem o sossego, além de contar várias histórias da cidade. Há muitas tradições mantidas, como a bênção das rezadeiras.
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O Parque Estadual do Rio Preto fica no centro do estado e tem quase 11 mil hectares de área verde. Hoje mais de 30 projetos em parcerias com várias universidades do país ocorrem na região.
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No Santuário do Caraça, na região central de Minas, há um órgão que foi construído no século XIX, que foi usado para ajudar os padres a aprender música. O instrumento se tornou um tesouro da igreja.
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Trazido para a Catedral da Sé, em Mariana, no século XVIII, um órgão fabricado na Alemanha dá um toque especial às músicas sacras. No mundo inteiro, só existem 33 instrumentos como esse.
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Desde os primeiros cultos cristãos, foi criada a união entre liturgia e música. Escultores de Minas criaram obras com Santa Cecília, padroeira dos músicos, dos cantores e fabricantes de instrumentos.
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Construído em Portugal, no século XVIII, o órgão da igreja matriz de Santo Antônio trouxe o tom majestoso que os fiéis queriam para as missas. Hoje, os visitantes se emocionam com o instrumento.
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Na igreja de Nossa Senhora do Rosário, as atenções se voltam para a imagem de Nossa Senhora das Graças. Os fiéis acreditam que um milagre levou a imagem para o local.
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A fazenda pertence à família Rezende há muitos anos. O casarão é antigo, assim como os costumes. Seu José está à frente de tudo. Suas mãos calejadas mostram habilidade e experiência.
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Entre as montanhas da Serra da Moeda, há uma casa que é refúgio da família Alves de Amorim nos fins de semana. O local foi construído há quase 70 anos. Eles fazem também peças com cabaças.
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A cidade de Ouro Preto tem cinco paços, que só são abertos para os fiéis no Domingo de Ramos. Dia antes da celebração, os moradores fazem a limpeza e a ornamentação dos altares nas capelinhas.
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A dona de casa Lídia Carvalho conta que, quando era criança, na Sexta-Feira da Paixão existiam muitas proibições. As pessoas não dançavam, não comiam carne e não se olhavam no espelho.
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Em Ipoema, nos centro de Minas Gerais, existe o Museu do Tropeiro, uma casa que exibe peças da cultura dos viajantes no início do século XVIII. Os moradores mantém algumas tradições das tropas.
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Na Serra do Cipó, há uma estrada de terra que era uma das rotas dos tropeiros que iam de Diamantina para Ouro Preto. Ela passa por fazendas e mercearias que estão como há quase 200 anos atrás.
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Em todo o estado de Minas Gerais, há 10 cidades que têm o nome de Santana. Uma delas é Santana de Pirapama, onde católicos mostram sua devoção à santa, especialmente no mês das mães.
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Em Congonhas, é possível encontrar grande parte das obras de Aleijadinho. Quem vem de longe consegue ver trabalhos raros do famoso escultor brasileiro e se emociona com as imagens.
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A genialidade de Aleijadinho serve como inspiração para o escultor Luciomar de Jesus, influenciado pela técnica do Mestre Barroco. Ainda jovem, Luciomar aprendeu a trabalhar com a pedra sabão.
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No fim do século XIX e início do XX, cerca de 300 famílias italianas chegaram a Ouro Fino, no sul de Minas Gerais, fugindo da crise na Itália. Desde então, a cidade cresceu muito.
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Ouro Fino, no sul de Minas Gerais, é uma cidade pequena, que fica entre as belas montanhas da região. O lugar guarda histórias e os costumes de muitos imigrantes italianos.
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Para muita gente, boas recordações estão associadas à imagem de uma casa. É a lembrança dos pais, dos avós, dos irmãos, da infância, do primeiro endereço após o casamento, entre muitas outras.
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Algumas mansões antigas encantam em Belo Horizonte. As contruções, muitas do início do século passado, fazem um efeito plástico muito bonito. O estilo art deco predomina nessas construções.
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Os casarões antigos de Belo Horizonte têm elegância e conforto, além de muito sossego. As habitações mostram um pouco da arquitetura e da história da capital mineira.
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Em cidades históricas de Minas Gerais, as pontes centenárias são construções com muitas curiosidades, que também servem como referência para os moradores, há várias gerações.
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Em Ouro Preto, as pontes enfeitam a paisagem e contam a história da cidade, que nasceu da união de dois arraiás. Cinco delas estão na área tombada pelo Patrimônio Histórico.
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Uma imponente construção de pedra marca a paisagem rural da região central de Minas Gerais. É um aqueduto do século XVIII, no município de Catas Altas. O povoado surgiu por volta do ano 1700.
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A aventuda dos rodeios começa no desafio de domar os animais, trabalho feito hoje por um peão