Tiradentes

  

Tiradentes

CIRCUITO TURÍSTICO TRILHA DOS INCOFIDENTES

BREVE HISTÓRICO

Maria Fumaça - Tiradentes

Lugar ideal para quem quer conhecer a história, a arte colonial e a culinária mineira, Tiradentes é, com certeza, uma das mais belas cidades históricas do Estado. Caminhar pela pequena cidade, curtindo cada passo, é sentir o sabor e o aroma das Minas Gerais.

 



Resumo do Percurso
Origem: Belo Horizonte (MG)
Destino: Tiradentes (MG)
Distância percorrida: 185
Combustível necessário: 18.59 Litros
Custo de combustível:: R$ 40.9
Custo de pedágio: R$ 0
Número de pedágios: 0


Percurso passo-a-passo

Belo Horizonte  
0 Km BR-356
11 Km BR-040 - Juscelino Kubitschek
11 Km Nova Lima - MG  
38 Km Itabirito - MG  
59 Km Ouro Preto - MG  
69 Km Congonhas - MG  
84 Km Ac. P/ Rod BR-383
84 Km BR-383
96 Km São Brás do Suaçuí - MG  
108 Km Entre Rios de Minas - MG  
129 Km Lagoa Dourada - MG  
172 Km São João del Rei - MG  
175 Km Sem nome
185 Km Tiradentes  

 

Legenda do Percurso:
Origem Chegada Pedágio Pista simples Em obras de duplicação

Balsa Terra Rodovia em mau estado Pista dupla Em obras de
pavimentação



Por possuir um patrimônio histórico muito homogêneo, este importante e bonito reduto cultural tem servido como set para gravações de filmes, minisséries e novelas.

Sem falar no Carnaval e na Semana Santa, eventos como o Festival de Cinema, em janeiro, a Semana da Inconfidência, em abril, o Jubileu da Santíssima Trindade, em maio ou junho, o Encontro dos Apreciadores da Harley Davidson, em julho, e o Festival Gastronômico, em agosto, que ali vêm sendo realizados com sucesso, já lideram o calendário promocional da  mais charmosa cidade histórica brasileira, que hoje tem no turismo sua verdadeira vocação.

Tiradentes tem sua origem no pequeno arraial da Ponta do Morro, formado em princípios do século XVIII. Desde os últimos anos do século XVII, o paulista Tomé Portes Del Rey explorava o direito de passagem às margens do Rio das Mortes, num ponto conhecido como Porto Real da Passagem. Em 1702, João de Siqueira Afonso chega à região e, em companhia de Tomé Portes, descobre ouro nos córregos da redondeza. 'Ao mesmo tempo que, nas mesmas circunstâncias, Antônio Bueno desvendava os veeiros da Ponta do Morro, preparando o berço da famosa Vila de São José.” (Diogo de Vasconcelos).

O local logo se transforma em arraial com afluxo crescente de garimpeiros. Pouco tempo depois, passa a se chamar Arraial da Ponta do Morro de Santo Antônio, em louvor ao santo de devoção dos moradores que aí se reuniram e ergueram uma capela. Em 1718, no governo do Conde de Assumar, tornou-se vila com a denominação de Vila de São José del Rei. Era uma homenagem ao príncipe herdeiro D. José.  A Vila, então, foi ganhando construções civis e religiosas e a mineração torna-se a principal atividade econômica.

A vida da Vila foi abalada em maio de 1789 com as prisões do vigário da Comarca do Rio das Mortes, que abrangia São João del Rei, São José del Rei  e muitos arraiais, o inconfidente Padre Carlos Correia de Toledo e Melo e seu irmão Luis Vaz de Toledo e Piza. A influência do rico padre era tão grande na região que, quando faleceu em 1803, em Lisboa, missas em encomendação de sua alma foram “ditas” na Matriz de Santo Antônio da Vila de São José del Rei.

A decadência da mineração não poupou nenhuma das vilas da região das minas. A Vila de São José del Rei sofreu e muito. Era total a desolação. As atividades econômicas se deslocaram para a área rural como solução para subsistir a um período tão árduo.

“É à margem do Rio das Mortes e abaixo das montanhas de São José que está construída a vila que tem esse nome. Ela é pequena, mas conta com casas muito bonitas, e fica-se admirado do tamanho da igreja paroquial, colocada sobre um ‘plateau’. As colinas que cercam São José, cavadas e reviradas em todos os sentidos demonstram quais eram as ocupações dos primeiros habitantes dessa vila. Seus arredores fornecem muito ouro e é de crer-se que esse lugar foi de grande importância, para que, tão perto de São João, se criasse outra vila. Hoje, o metal precioso que constituía o objetivo de tantas pesquisas acha-se quase esgotado, tendo sido abandonadas quase todas as antigas minerações” (Saint-Hilaire).

No dia 7 de outubro de 1860, a vila foi elevada à cidade pela lei nº 1092, mantendo o mesmo nome. A sugestão do nome Tiradentes para a cidade foi dada por Silva Jardim, que foi o mais atuante propagandista da República. Em suas campanhas, percorreu diversas cidades fluminenses, paulistas e mineiras. Quando esteve em São João del Rei, após ser atacado pelos partidários da monarquia, proferiu um  discurso caloroso como era de seu feitio e, nesse momento, lançou a idéia  - Tiradentes - assim deveria se chamar São José del Rei, ao invés de homenagear  um rei português.  Ainda durante o governo provisório, foi feita a troca do nome através do decreto nº 3, assinado em 6 de dezembro de 1889.

Fonte: Portal Descubraminas

ATRATIVOS NATURAIS:

Balneário das Águas Santas: Localiza-se atrás da Serra de São José. A água é radioativa e excelente no tratamento de diversos males. O balneário existe desde o século XIX e foi doado ao estado em 1959.
Av. Presidente Castelo Branco – Águas Santas- aberto de terça a domingo de 8h às 17h.

Bosque da Matriz

Cachoeira Bom Despacho Cachoeira Bom Despacho:
Localizada à margem da estrada que liga Tiradentes ao município de Sta Cruz. 

Cachoeira do Carteiro: Seguindo pelo bairro do Cascalho, sítio do Ipê, com uma caminhada de aproximadamente uma hora e meia passando por uma calçada do século XVIII, que antigamente ligava a cidade de Tiradentes ao Arraial da Laje chega-se ao alto da Serra de São José. No caminho você passará diante de uma cruz onde foi morto um carteiro que trazia mensagem importante para a vila. Diz a lenda que quem passar por este caminho deverá jogar uma pedra ao pé da cruz. Logo em frente deparamos com algumas pequenas piscinas naturais.

Caixa d’água da Esperança: Partindo da estação ferroviária por estrada de terra sempre margeando o rio das Mortes, depois de percorridos 11km chegaremos a este povoado. Alem da hospitalidade de seus pequenos fazendeiros podemos encontrar: quitandas, queijos , aguardente artesanal, mel silvestre e leite no curral, ou simplesmente admirar a beleza natural do lugar o rio e suas lagoas. A partir da caixa d'água podemos também fazer uma visita a capela rural do séc. XVIII de padre Gaspar no povoado do Elvas.

Caverna Casa da Pedra: Visitação aos sábados, domingos e feriados de 10:00 às 17:00.

Largo das Forras: Local de lazer da comunidade. Neste largo temos além do casario antigo, o prédio da Prefeitura de 1720 e a Igreja do Senhor Bom Jesus da Pobreza de 1771. Neste Largo também podemos encontrar o passinho da paixão de Cristo (ao todo são sete espalhados pelo centro Histórico contendo as passagens de Cristo), onde se realiza parte dos festejos da Semana Santa, alguns decorados com grandes obras de arte. Encontramos também um monumento dedicado ao Alferes Tiradentes, construído em 1892 para celebração do centenário da morte do mesmo.

Mãe D’ água

Mangue e Cachoeira:
Localizado no bairro do Pacu. Através de uma trilha com cerca de 30 minutos de caminhada chega-se ao vale entre o Morro de Santa Luzia e a Serra de São José. Onde encontram-se várias piscinas naturais com suas águas cristalinas.

Parque Frei Veloso

Serra de São José: 4km Remanecente da mata atlântica na vertente voltada para Tiradentes e vegetação de cerrado na vertente oposta. A Serra de São José é área de preservação ambiental.

ATRATIVOS HISTÓRICOS / CULTURAIS:

Cadeia Pública: Construída em 1833 e 1845 no local da velha cadeia incendiada. É um prédio sólido e austero, com janelas protegidas por pesadas grades de ferro. Funciona também no local o Museu de Arte Sacra.

Câmara Municipal: Localizada na ladeira da Matriz de Santo Antônio, construída no séc. XVIII. Segunda à sexta de 9:00 às 16:00.

Capela de São João Evangelista: Rua Padre Toledo. A Igreja pertencia à Irmandade dos Homens Pardos. Os mulatos, grandes compositores e executores de música no período Colonial. Em um espaço da Capela-mor está sepultado um dos mais importantes compositores da música mineira no século XVIII, o Tiradentino Manoel Dias de Oliveira.Seu interior apresenta estilo Rococó e o que chama atenção são as imagens de um mesmo santeiro em tamanho natural.

Capela de Santo Antônio do Canjica: Construída em 1702 pelo fundador da cidade, o bandeirante João de Siqueira Afonso. Sua fachada e interior são simples. Está localizada no bairro do Canjica.


Capela do Bom Jesus: Largo das Forras - aberto de 4a a 2a de 12h às 17h

Capela Nossa Senhora Das Mercês: Largo das Mercês - aberto domingo de 7h às 17h. A Igreja das Mercês foi levantada pelos descendentes dos escravos. As pinturas dos forros da Igreja, é de autoria de Manoel Vitor de Jesus. Construída no final do século XVIII pela irmandade dos pretos crioulos nascidos no Brasil.


Capela São Francisco de Paula: Construção do séc. XVIII. À sua frente amplo gramado onde se ergue um cruzeiro, instalado em 1718, quando da elevação à Vila de São José Del-Rei. Ainda desta colina descortina-se também uma bela vista da cidade e da serra de São José.

Casa da Câmara e Antigo Fórum: Construção de 1717, neste casarão se reunia o Senado da Câmara desde 1718 e onde o pai do Alferes, Domingos da Silva Santos exerceu o cargo de Vereador. O prédio servia para recepcionar os Imperadores e pessoas ilustres que visitavam a cidade de São José Del Rei (Tiradentes). R. da Câmara

Casa de Cultura: R. padre Toledo,158 – 3355-1550 – 9h/11h, 13h/17h; fecha 3º feira

Casa do Padre Toledo: Este casarão tem seu valor arquitetônico, pois é a construção em que mais se concentram pinturas de tetos em um mesmo prédio em Minas Gerais. Tambem possui um grande valor cultural para o Brasil, pois aqui em 1788 ocorreu a primeira reunião da Inconfidência Mineira, onde se tramou os primeiros ideais de libertar o Brasil de Portugal. Tendo. Este movimento partir para Ouro Preto Capital do Estado. Esta casa era de propriedade do Inconfindente Padre Toledo. Hoje é um museu com rico mobiliário e obras de arte

Centro de Cultural Yves Alves: Localizado no centro histórico de Tiradentes, cercado das mais características construções de nosso período colonial e de verdadeiras obras de arte do barroco brasileiro, o edifício do Centro Cultural Yves Alves foi concebido com intenção de constituir-se uma entidade cultural auto sustentável, que promova a melhoria da qualidade local, através da realização de eventos que visem difundir o conhecimento da cidade e desenvolver suas instituições culturais e empresariais. Tel: 3355-1503

Chafariz de São José: Construído em 1749 pela Câmara Municipal de São José Del Rei (Tiradentes). Sua construção tinha três funções: na parte da frente, abastecer com água potável a população, à direita servir como suporte para as lavadeiras locais e à esquerda servir de bebedouro aos animais. Sua fachada é em estilo barroco e guarda uma rara imagem de São José de Botas e um Brasão de armas do Reino de Portugal.
E como diz a lenda, basta beber um gole desta água cristalina e novamente você retornará à bela Tiradentes.

Estátua do Alferes: Monumento instalado em 19/01/2002 como marco dos 300 anos de fundação da cidade de Tiradentes. A estátua retrata a figura do filho mais ilustre desta cidade, quando jovem Alferes, partiu de sua terra rumo a Vila Rica com ideáis libertários. Localizada na Praça Cívica Largo do Sol.

Igreja da Santíssima Trindade: Igreja construída em 1810, local em que o Alferes Tiradentes, devoto da SS. Trindade, exigiu que na bandeira da Nova República, idealizada pelos inconfidentes, tivesse o triângulo da trindade. O símbolo é usado na bandeira do estado de Minas Gerais. Nesta igreja encontra-se uma importante imagem de Deus-Pai, em tamanho natural, única do Brasil.

Igreja Matriz de Santo Antônio: Construção de 1710 considerada a 2ª igreja mais rica em ouro do Brasil. É um dos belos templos barrocos do Brasil. Existe também em seu interior um Órgão de 1779, considerado um dos 15 mais importantes do mundo. No seu adro pode ser visto um relógio do sol de 1875, feito pelo português Leandro Gonçalves Chaves. Sua fachada foi projetada pelo mestre Aleijadinho. Rua da Câmara - aberto diariamente de 9h às 12h, de 13h às 17h; 6º e 2º 9h às 17h.

Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos: Construída em pedra, meados do século XVIII, pela Irmandade dos Pretos Cativos. As pinturas no forro representam os quinze mistérios do Rosário e foram trabalhadas por Manoel Vitor de Jesus. Nesta Igreja foi sepultado Manoel Vitor de Jesus, sob o forro que acabava de pintar.Praça Padre Lourival - 9h às 12h, 14h às 17h; fecha 2º feira.

Igreja São João Evangelista

Largo das Forras: Praça onde se destacam a Capela do Bom Jesus da Pobreza e o casarão colonial do séc. XVIII, que atualmente é sede da prefeitura municipal.

Marco Estrada Real

Maria Fumaça: 12 km em 35’ pela Serra de São José, margeando o Rio das Mortes. O passeio completo (ida e volta). Crianças de 06 a 10 anos pagam metade. Av. Hermílio Alves 366. Tel: 3371-8485. Sex/ sáb/ domingos e feriados:
saída de São João Del Rey: 10:00 e 15:00
saída de Tiradentes: 13:00 e 17:00 

Matriz de Santo Antônio Matriz de Santo Antônio: Roteiro Narrado – Som e Luz
Sexta e domingo: 20:00 / Sábado: 20:30
Dias de semana: (32) 3355-1238

Museu do Padre Toledo: Rua Padre Toledo, 190 – Tel: 3355-1549 – 9h às 11h30m, 13h às 16h40m – Sab/dom 9h às 16h40m; fecha 3º feira

Passinho: Oratório localizado no Largo das Forras. Aberto somente na Semana Santa.

Ponte de Pedra: Construída no século XVIII, em 1703, para dar acesso ao lugar denominado Santo Antônio do Canjica, onde havia uma mina de ouro.

Prefeitura e Antigo Paço Municipal: R. Resende Costa, 71.

EVENTOS:

 Mostra de cinema: janeiro

 Aniversário da cidade: 19 de janeiro

 Carnaval: fevereiro

 Caminhadas pela Serra de São José: roteiros diários (32) 3355-2477

 Semana da Inconfidência: 14 a 21 de abril

 Festa do padroeiro Santo Antônio: maio

 Festa de São Francisco de Paula

Jubileu Santíssima Trindade

Circuito Mineiro de Música na Estrada Real

 Exposição agropecuária:
julho

 Inverno cultural: julho

 Festival de gastronomia: agosto

 Santo Antônio da canjica: agosto

 Nossa Senhora das Mercês: 24 de setembro

 Encontro de Harley Davidso: Novembro

Natal e Reveillon: Dezembro

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